{"id":529,"date":"2020-04-25T14:25:24","date_gmt":"2020-04-25T17:25:24","guid":{"rendered":"http:\/\/161.35.11.199\/?p=529"},"modified":"2020-04-25T14:34:32","modified_gmt":"2020-04-25T17:34:32","slug":"frederic-chopin-na-espiritualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/2020\/04\/25\/frederic-chopin-na-espiritualidade\/","title":{"rendered":"Fr\u00e9d\u00e9ric Chopin na Espiritualidade"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"193\" height=\"261\" src=\"http:\/\/161.35.11.199\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/chopin-05_10_2019.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-530\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>\u201c[&#8230;] Geralmente, os Esp\u00edritos se apresentam aos m\u00e9diuns voluntariamente, e gostam de contar-lhes o que sentem, o que fazem, como vivem, as primeiras impress\u00f5es e desapontamentos que os surpreenderam, o que sofrem e o que pretendem, seja no intuito de instru\u00edrem os homens, ajudando-os no progresso a realizar, seja testemunhando a pr\u00f3pria imortalidade ou visando a se tornarem lembrados dos seres queridos aqui deixados, amigos e admiradores, ou, ainda, fi\u00e9is aos labores de um resgate necess\u00e1rio \u00e0 sua honra espiritual.<\/p>\n\n\n\n<p>Alguns, como o pr\u00f3prio Chopin, gostam da Terra, visto que \u00e9 sempre vivamente atra\u00eddo para os planos terrestres por for\u00e7as telep\u00e1ticas poderosas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele pr\u00f3prio afirma, em confabula\u00e7\u00f5es com que nos tem honrado, em ocasi\u00f5es encantadoras para a nossa sensibilidade medi\u00fanica, que aqui, no Brasil, existem, reencarnadas, personalidades que lhe foram muito caras no passado, e que, no momento, lhe \u00e9 muito grato enviar not\u00edcias aos homens.<\/p>\n\n\n\n<p>Interessa-se profundamente pela Doutrina dos Esp\u00edritos, pois confessa que, em suas exist\u00eancias passadas, n\u00e3o chegou a se dedicar fielmente a nenhum credo religioso, n\u00e3o obstante estivesse convencido da id\u00e9ia de Deus, da imortalidade da alma e da eternidade e imutabilidade das leis divinas.<\/p>\n\n\n\n<p>Sua religi\u00e3o tem sido, atrav\u00e9s dos mil\u00eanios, as Artes, pois afirma ter vivido em v\u00e1rias \u00e9pocas sobre a Terra, sempre como artista destacado.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele serviu mesmo, como g\u00eanio inesquec\u00edvel, as Belas Artes, a Arquitetura, a Pintura e finalmente a M\u00fasica, que parece ser o ponto culminante das Artes em nosso planeta, o \u00e1pice da sensibilidade que um g\u00eanio da Arte pode galgar no estado de encarna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Interessa-se igualmente, enternecido, pelo Esperanto, cuja perspectiva abrange numa vis\u00e3o futura deslumbradora, ainda porque se sensibiliza com o fato de haver sido polon\u00eas o g\u00eanio criador do brilhante idioma, L\u00e1zaro Zamenhof, seu compatriota, pois Frederico Chopin, apesar de ser entidade evolu\u00edda, conserva ainda certos preconceitos muito humanos, como, por exemplo, a reminisc\u00eancia do seu amor pelo ber\u00e7o natal, a Pol\u00f4nia, sempre que paira pelas atmosferas terrenas, o que nos leva a confirmar o esclarecimento contido nas obras doutrin\u00e1rias, de que um s\u00e9culo seria, para um Esp\u00edrito desencarnado, como algum pouco tempo para n\u00f3s [&#8230;]&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Frederico Chopin<\/p>\n\n\n\n<p>Do livro Devassando o Invis\u00edvel, 12. ed. Rio de Janeiro: FEB, 200I. Cap. 3. \u2013 Informa\u00e7\u00f5es da m\u00e9dium (Yvonne A. Pereira), colhidas em contatos medi\u00fanicos com o genial compositor.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201c[&#8230;] Geralmente, os Esp\u00edritos se apresentam aos m\u00e9diuns voluntariamente, e gostam de contar-lhes o que sentem, o que fazem, como vivem, as primeiras impress\u00f5es e desapontamentos que os surpreenderam, o que sofrem e o que pretendem, seja no intuito de instru\u00edrem os homens, ajudando-os no progresso a realizar, seja testemunhando a pr\u00f3pria imortalidade ou visando [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":532,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[15],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/529"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=529"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/529\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/532"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=529"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=529"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=529"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}