{"id":444,"date":"2020-04-25T11:01:48","date_gmt":"2020-04-25T14:01:48","guid":{"rendered":"http:\/\/161.35.11.199\/?p=444"},"modified":"2020-04-25T11:01:48","modified_gmt":"2020-04-25T14:01:48","slug":"fotons-e-fluido-cosmico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/2020\/04\/25\/fotons-e-fluido-cosmico\/","title":{"rendered":"F\u00f3tons e fluido c\u00f3smico"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Estrutura da luz<\/strong><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/161.35.11.199\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/shutterstock_101819059-02_12_2017.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-448\" width=\"430\" height=\"430\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Clerk Maxwell, centralizado nos estudos do eletromagnetismo, previra que todas as irradia\u00e7\u00f5es, inclusive a luz vis\u00edvel, pressionam os demais corpos.<br>Observa\u00e7\u00f5es experimentais com o jato de uma l\u00e2mpada sobre um feixe de poeira mostraram que o feixe se acurvou, como se impelido por leve corrente de for\u00e7a. Semelhante corrente foi medida, acusando insignificante percentagem de press\u00e3o, mas o bastante para provar que a luz era dotada de in\u00e9rcia.<\/p>\n\n\n\n<p>Os f\u00edsicos eram defrontados pelo problema, quando Einstein, estruturando a sua teoria da relatividade, no princ\u00edpio do s\u00e9culo XX, chegou \u00e0 conclus\u00e3o de que a luz, nesse novo aspecto, possuiria peso espec\u00edfico.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso implicava a exist\u00eancia de massa para a luz. Como conciliar vibra\u00e7\u00e3o e peso, onda e massa? Intrigado, o grande cientista voltou \u00e0s experi\u00eancias de Planck e Bohr e deduziu que a luz de uma l\u00e2mpada resulta de sucessivos arremessos de gr\u00e2nulos luminosos, em rel\u00e2mpagos consecutivos, a se desprenderem dela por todos os lados. [&#8230;]<br>&nbsp;Einstein, contudo, recorreu ao efeito fotoel\u00e9trico \u2013 pelo qual a incid\u00eancia de um raio luminoso sobre uma pel\u00edcula de s\u00f3dio ou pot\u00e1ssio determina a expuls\u00e3o de el\u00e9trons da mesma pel\u00edcula, el\u00e9trons cuja velocidade pode ser medida com exatid\u00e3o \u2013, e genialmente concebeu os gr\u00e2nulos luminosos ou f\u00f3tons que, em se arrojando sobre os el\u00e9trons de s\u00f3dio e pot\u00e1ssio, lhes provoca o deslocamento, com tanto mais viol\u00eancia, quanto mais concentrada for a energia dos f\u00f3tons.<\/p>\n\n\n\n<p>O aumento de intensidade da luz, por isso, n\u00e3o acrescenta velocidade aos el\u00e9trons expulsos, o que apenas acontece ante a incid\u00eancia de uma luz caracterizada por oscila\u00e7\u00e3o mais curta.<br>[&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Campo de Einstein<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Conhecemos a gama das ondas, sabemos que a luz se desloca em feixes corpusculares que denominamos \u201cf\u00f3tons\u201d, n\u00e3o ignoramos que o \u00e1tomo \u00e9 um remoinho de for\u00e7as positivas e negativas, cujos potenciais variam com o n\u00famero de el\u00e9trons ou part\u00edculas de for\u00e7a em torno do n\u00facleo, informamo-nos de que a energia, ao condensar-se, surge como massa para transformar-se, depois, em energia; entretanto, o meio sutil em que os sistemas at\u00f4micos oscilam n\u00e3o pode ser equacionado com os nossos conhecimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 agora, temos nomeado esse \u201cterreno indefin\u00edvel\u201d, como sendo o \u201c\u00e9ter\u201d; contudo, Einstein, quando buscou imaginar-lhe as propriedades indispens\u00e1veis para poder transmitir ondas caracter\u00edsticas de bilh\u00f5es de oscila\u00e7\u00f5es, com a velocidade de 300.000 quil\u00f4metros por segundo, n\u00e3o conseguiu acomodar as necess\u00e1rias grandezas matem\u00e1ticas numa f\u00f3rmula, porquanto as qualidades de que essa mat\u00e9ria devia estar revestida n\u00e3o s\u00e3o combin\u00e1veis, e concluiu que ela n\u00e3o existe, propondo abolir-se o conceito de \u201c\u00e9ter\u201d, substituindo-o pelo conceito de \u201ccampo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Campo, desse modo, passou a designar o espa\u00e7o dominado pela influ\u00eancia de uma part\u00edcula de massa. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>A proposi\u00e7\u00e3o de Einstein, no entanto, n\u00e3o resolve o problema, porque a indaga\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 mat\u00e9ria de base para o campo continua desafiando o racioc\u00ednio, motivo pelo qual, escrevendo da esfera extraf\u00edsica, na tentativa de analisar, mais acuradamente, o fen\u00f4meno da transmiss\u00e3o medi\u00fanica, definiremos o meio sutil em que o Universo se equilibra como sendo o Fluido C\u00f3smico ou H\u00e1lito Divino, a for\u00e7a para n\u00f3s inabord\u00e1vel que sustenta a Cria\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><br>Andr\u00e9 Luiz. Mecanismos da Mediunidade. Psicografado por Francisco C\u00e2ndido Xavier e Waldo Vieira. FEB.\u00a04.ed., cap. 9.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estrutura da luz Clerk Maxwell, centralizado nos estudos do eletromagnetismo, previra que todas as irradia\u00e7\u00f5es, inclusive a luz vis\u00edvel, pressionam os demais corpos.Observa\u00e7\u00f5es experimentais com o jato de uma l\u00e2mpada sobre um feixe de poeira mostraram que o feixe se acurvou, como se impelido por leve corrente de for\u00e7a. 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