{"id":1528,"date":"2020-06-06T18:30:14","date_gmt":"2020-06-06T21:30:14","guid":{"rendered":"http:\/\/161.35.11.199\/?p=1528"},"modified":"2020-06-06T18:32:40","modified_gmt":"2020-06-06T21:32:40","slug":"o-problema-da-prostituicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/2020\/06\/06\/o-problema-da-prostituicao\/","title":{"rendered":"O problema da prostitui\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/161.35.11.199\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/madalena-04_11_2017.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1532\" width=\"329\" height=\"248\" srcset=\"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/madalena-04_11_2017.jpg 500w, https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/madalena-04_11_2017-300x226.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 329px) 100vw, 329px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00e3o julgue os supostos desajustamentos ou as falhas reconhecidas do sexo e sim respeite as manifesta\u00e7\u00f5es sexuais do pr\u00f3ximo, tanto quanto voc\u00ea pede respeito para aquelas que lhe caracterizam a exist\u00eancia, considerando que a comunh\u00e3o sexual \u00e9 sempre assunto \u00edntimo entre duas pessoas, e, vendo duas pessoas unidas, voc\u00ea nunca pode afirmar com certeza o que fazem; e, se a den\u00fancia quanto \u00e0 vida sexual de algu\u00e9m \u00e9 formulada por parceiro ou parceira desse algu\u00e9m, \u00e9 poss\u00edvel que o denunciante seja mais culpado quanto aos erros havidos, de vez que, para saber tanto acerca da pessoa apontada ao esc\u00e1rnio p\u00fablico, ter\u00e1 compartilhado das mesmas experi\u00eancias. [&#8230;].<\/p>\n\n\n\n<p>Se algu\u00e9m errou na experi\u00eancia sexual consulte o pr\u00f3prio \u00edntimo e verifique se voc\u00ea n\u00e3o teria incorrido no mesmo erro se tivesse oportunidade.\u201d<br>Andr\u00e9 Luiz.&nbsp;<strong>Sinal verde<\/strong>. 11. Ed. P. 104 -105<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAnte os problemas do sexo \u00e9 for\u00e7oso lembrar que toda criatura traz seus temas particulares, com refer\u00eancia ao assunto.\u201d<br>Emmanuel.&nbsp;<strong>Vida e Sexo.<\/strong>&nbsp;24. Ed. P. 9<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sexo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO sexo se define, desse modo, por atributo n\u00e3o&nbsp; apenas respeit\u00e1vel mas profundamente santo da Natureza, exigindo educa\u00e7\u00e3o e controle. Atrav\u00e9s dele dimanam for\u00e7as criativas, \u00e0s quais devemos, na Terra, o instituto da reencarna\u00e7\u00e3o, o templo do lar, as b\u00ean\u00e7\u00e3os da fam\u00edlia,&nbsp; as alegrias revitalizadoras do afeto&nbsp;e o tesouro inapreci\u00e1vel dos est\u00edmulos espirituais. [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Sexo \u00e9 esp\u00edrito e vida, a servi\u00e7o da felicidade e da harmonia do Universo. Conseguintemente, reclama responsabilidade e discernimento, onde e quando se expresse.\u201d<br>Emmanuel.&nbsp;<strong>Vida e Sexo.<\/strong>&nbsp;24. Ed. P. 10)<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Algumas causas da prostitui\u00e7\u00e3o feminina<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAlgumas mulheres, menos resolutas, esgotadas as tentativas de progresso material, eliminadas as chances de serem ajudadas por parentes ou amigos, vendo periclitar a pr\u00f3pria sobreviv\u00eancia, recorrem \u00e0 prostitui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante de dificuldades para conseguir emprego, para Esp\u00edritos invigilantes, esse ato n\u00e3o \u00e9 op\u00e7\u00e3o: \u00e9 considerado a \u00faltima chance.<\/p>\n\n\n\n<p>Para mulheres, \u00e9 um ato feito sob press\u00e3o.\u201d<br>Euripedes K\u00fcll.&nbsp;<strong>Sexo: sublime tesouro.<\/strong>&nbsp;4. Ed. P. 155<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Algumas causas da prostitui\u00e7\u00e3o masculina<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cJ\u00e1 o homem, embora com iguais objetivos financeiros, a condicionante \u00edntima \u00e9 outra: anda em falsidade, pois, nomeia a si mesmo amenizador de car\u00eancia afetivas.\u201d<br>Euripedes K\u00fcll.&nbsp;<strong>Sexo: sublime tesouro<\/strong>. 4. Ed. P. 156<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A verdade sobre a prostitui\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNem bem chegam, j\u00e1 querem sair.<br>N\u00e3o h\u00e1 nem jamais houve uma prostituta feliz.<\/p>\n\n\n\n<p>Todas, sem exce\u00e7\u00e3o, sonham com o dia em que se libertar\u00e3o das pesadas amarras, f\u00edsicas e morais, a que quase sempre voluntariamente se entregaram.<br>Se no in\u00edcio h\u00e1 deslumbramentos, isso \u00e9 miragem, pois cedo a realidade apresenta-se, descortinando um mundo de mazelas, de sofrimentos, de desenganos.<\/p>\n\n\n\n<p>Entrando em contato com todo tipo de parceiros, sua vida continuamente est\u00e1 em perigo: seja por brutalidades, por crimes ou por doen\u00e7as infecciosas.<br>Talvez, um dos maiores enganos na face da Terra seja o que existe entre a apar\u00eancia (at\u00e9 por obriga\u00e7\u00e3o, usualmente bem cuidada), e a alma de uma prostituta:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 os sorrisos ocultam l\u00e1grimas;<br>\u2013 os sonhos se transformam em pesadelos;<br>\u2013 por tr\u00e1s das fantasias, esconde-se a realidade, quase sempre perversa;<br>\u2013 por fora parecem bonecas, de imagem deslumbrante; contudo, no \u00edntimo, seus cora\u00e7\u00f5es est\u00e3o torturados.<br>Isso, com as mulheres.\u201d<br>Euripedes K\u00fcll.&nbsp;<strong>Sexo: sublime tesouro.<\/strong>&nbsp;4. Ed. P. 155 &#8211; 156<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNa verdade, o homem que realiza o com\u00e9rcio do seu saud\u00e1vel corpo, primeiro o faz por narcisismo e depois por complexo de superioridade em rela\u00e7\u00e3o ao parceiro.<br>N\u00e3o precisaria enveredar por esse caminho.<\/p>\n\n\n\n<p>Sua sobreviv\u00eancia n\u00e3o estava em jogo.<br>Em qualquer instante sua sa\u00fade o habilitaria a um ,emprego, mesmo bra\u00e7al.<\/p>\n\n\n\n<p>Em suma: seu \u2018pecado\u2019 \u00e9 maior.\u201d<br>Euripedes K\u00fcll.\u00a0<strong>Sexo: sublime tesouro.<\/strong>\u00a04. Ed. P. 156<br><br><strong>O fim da prostitui\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDesses embates multimilenares, restam, ainda, por feridas sangrentas no organismo da coletividade, [&#8230;] a prostitui\u00e7\u00e3o que re\u00fane em si homens e mulheres que se entregam \u00e0s rela\u00e7\u00f5es sexuais, mediante paga, estabelecendo mercados afetivos. Qual ocorre aos flagelos da guerra, da pirataria, da viol\u00eancia homicida e da escravid\u00e3o que acompanham a comunidade terrestre, h\u00e1 mil\u00eanios, diluindo-se, muito pouco a pouco, [&#8230;] a prostitui\u00e7\u00e3o ainda permanecem, na Terra, por instrumentos de prova e expia\u00e7\u00e3o, destinados naturalmente a desaparecer, na equa\u00e7\u00e3o dos direitos do homem e da mulher, que se harmonizar\u00e3o pelo mesmo peso, na balan\u00e7a do progresso e da vida [&#8230;]<\/p>\n\n\n\n<p>Quando cada criatura for respeitada em seu foro \u00edntimo, para que o amor se consagre por v\u00ednculo divino, muito mais de alma para alma que de corpo para corpo, com a dignidade do trabalho e do aperfei\u00e7oamento pessoal luzindo na presen\u00e7a de cada uma, ent\u00e3o os conceitos de adult\u00e9rio e prostitui\u00e7\u00e3o se far\u00e3o distanciados do quotidiano, de vez que a compreens\u00e3o apaziguar\u00e1 o cora\u00e7\u00e3o humano e a chamada desventura afetiva n\u00e3o ter\u00e1 raz\u00e3o de ser.\u201d<br>Emmanuel.&nbsp;<strong>Vida e sexo.<\/strong>&nbsp;6. Ed. P. 95 &#8211;&nbsp;96<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cAnte os problemas do sexo \u00e9 for\u00e7oso lembrar que toda criatura traz seus temas particulares, com refer\u00eancia ao assunto.\u201d <\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1531,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1528"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1528"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1528\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1531"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1528"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1528"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1528"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}