{"id":1008,"date":"2020-05-02T17:03:35","date_gmt":"2020-05-02T20:03:35","guid":{"rendered":"http:\/\/161.35.11.199\/?p=1008"},"modified":"2020-05-02T18:43:19","modified_gmt":"2020-05-02T21:43:19","slug":"tecnica-de-vampirizacao-por-ovoides","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/2020\/05\/02\/tecnica-de-vampirizacao-por-ovoides\/","title":{"rendered":"T\u00e9cnica de vampiriza\u00e7\u00e3o por ov\u00f3ides"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>&nbsp;Os ovoides<\/strong><br><br>\u201cO perisp\u00edrito se dilata ou contrai, se transforma, presta-se, numa palavra, a todas as metamorfoses, de acordo com a vontade que sobre ele atua.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"552\" height=\"414\" src=\"http:\/\/161.35.11.199\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/dsc07203.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1012\" srcset=\"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/dsc07203.jpg 552w, https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/dsc07203-300x225.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 552px) 100vw, 552px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Allan Kardec, O livro dos m\u00e9diuns, 62.ed., item 56<br><br>\u201cQuando a revolta se cristaliza no monoide\u00edsmo, onde as ideias fixas funcionam como escoadouros de energia, em excessivo disp\u00eancio de for\u00e7as vitais, pode o esp\u00edrito chegar facilmente \u00e0 perda do psicossoma, ovoidizando-se, caso em que se reveste t\u00e3o-s\u00f3 da t\u00fanica energ\u00e9tica mental, \u00e0 maneira de semente em regime de hiberna\u00e7\u00e3o.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c1ureo, Universo e vida, 4.ed., p.80<br><br>\u201cIn\u00fameros infelizes, obstinados na ideia de fazerem justi\u00e7a pelas pr\u00f3prias m\u00e3os ou confiados a vicioso apego, quando desafivelados do carro f\u00edsico, envolvem sutilmente aqueles que se lhes fazem objeto da calculada aten\u00e7\u00e3o e, auto hipnotizados por imagens de afetividade ou desfor\u00e7o, infinitamente repetidas por eles pr\u00f3prios, acabam em deplor\u00e1vel fixa\u00e7\u00e3o monoide\u00edstica, fora das no\u00e7\u00f5es de espa\u00e7o e tempo, acusando, passo a passo, enormes transforma\u00e7\u00f5es na morfologia do ve\u00edculo espiritual, porquanto, de \u00f3rg\u00e3os psicossom\u00e1ticos retra\u00eddos, por falta de fun\u00e7\u00e3o, assemelham-se a ovoides, vinculados \u00e0s pr\u00f3prias v\u00edtimas que, de modo geral, lhes aceitam, mecanicamente, a influencia\u00e7\u00e3o, \u00e0 face dos pensamentos de remorso ou arrependimento tardio, \u00f3dio voraz ou ego\u00edsmo exigente que alimentam no pr\u00f3prio c\u00e9rebro, atrav\u00e9s de ondas mentais incessantes.[&#8230;]<br>No tocante \u00e0 criatura humana, o obsessor passa a viver no clima pessoal da v\u00edtima, em perfeita simbiose m\u00f3rbida, absorvendo-lhe as for\u00e7as ps\u00edquicas, situa\u00e7\u00e3o essa que, em muitos casos, se prolonga para al\u00e9m da morte f\u00edsica do hospedeiro, conforme a natureza e a extens\u00e3o dos compromissos morais entre credor e devedor.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignright size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"810\" height=\"405\" src=\"http:\/\/161.35.11.199\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/obsess\u00e3o-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1013\" srcset=\"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/obsess\u00e3o-2.jpg 810w, https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/obsess\u00e3o-2-300x150.jpg 300w, https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/obsess\u00e3o-2-768x384.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 810px) 100vw, 810px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Andr\u00e9 Luiz, Evolu\u00e7\u00e3o em dois mundos, 11.ed., p. 117-118<br><br><strong>&nbsp;Ovoides e a vampiriza\u00e7\u00e3o de encarnados<\/strong><br><br>\u201cEvidentemente, as \u201cformas ovoides\u201d haviam sido trazidas pelos hipnotizadores que senhoreavam o quadro.<br>Com a devida permiss\u00e3o, analisei a zona f\u00edsica hostilizada. Reparei que todos os centros metab\u00f3licos da doente apareciam controlados. A pr\u00f3pria press\u00e3o sangu\u00ednea demorava-se sob o comando dos perseguidores.<br>A regi\u00e3o tor\u00e1cica apresentava apreci\u00e1veis feridas na pele e, examinando-as, cuidadoso, vi que a enferma inalava subst\u00e2ncias escuras que n\u00e3o somente lhe pesavam nos pulm\u00f5es, mas se refletiam, sobremodo, nas c\u00e9lulas e fibras conjuntivas, formando ulcera\u00e7\u00f5es na epiderme.<br>A vampiriza\u00e7\u00e3o era incessante.&nbsp;<strong>As energias usuais do corpo pareciam transportadas \u00e0s \u201cformas ov\u00f3ides\u201d, que se alimentavam delas, autom\u00e0ticamente, num movimento indefin\u00edvel de suc\u00e7\u00e3o.[&#8230;]<\/strong><br>Por volta de vinte horas, um autom\u00f3vel recebia o casal, que se f\u00eaz acompanhado por n\u00f3s e pelo grande n\u00famero de \u201covoides\u201d, ainda ligados \u00e0 cabe\u00e7a da enferma, sob processo de imanta\u00e7\u00e3o.<br>Margarida, pelo corpo perispir\u00edtico, jazia absolutamente presa, n\u00e3o s\u00f3 aos truculentos perturbadores que a assediavam, mas tamb\u00e9m \u00e0<strong>&nbsp;vasta falange de entidades inconscientes<\/strong>, que se caracterizavam pelo ve\u00edculo mental, a se lhe apropriarem das for\u00e7as,&nbsp;<strong>vampirizando-a em processo intensivo<\/strong>.<br>Em verdade, j\u00e1 observara, por mim, grande quantidade de casos violentos de obsess\u00e3o, mas sempre dirigidos por paix\u00f5es fulminat\u00f3rias. Entretanto, ali verificava o cerco tecnicamente organizado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Andr\u00e9 Luiz, Liberta\u00e7\u00e3o, 13.ed., p. 115,119. Grifos nossos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando a revolta de cristaliza no monoide\u00edsmo, pode o Esp\u00edrito chegar \u00e0 perda do psicossoma, ovoidizando-se.<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":1075,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[17],"tags":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1008"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1008"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1008\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1075"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1008"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1008"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.revistaautadesouza.com\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1008"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}