×
SESC

04 Set 2017 20h59

O médium e a caridade

“O exercício do bem favorece a educação dos sentimentos, desenvolvendo as faculdades morais que, por sua vez, permitem mais valioso intercâmbio, caracterizando-o pela qualidade superior do seu conteúdo [...].

O exercício do bem promove o Espírito, dilatando-lhe a compreensão em torno da divina justiça a revelar-se nas soberanas leis que alcançam todos aqueles que as ludibriaram, concocando cada um ao justo refazimento em ocasião própria. [...].

A Humanidade sempre esteve a braços com bons médiuns, no sentido de portadores de faculdades estuantes e potentes, mas Jesus prossegue aguardando os médiuns bons para o serviço da caridade fraternal e da elevação do espírito humano às cumeadas do progresso e da harmonia.” (João Cléofas, Intercâmbio mediúnicos, 2.ed., p. 23-25)

 



Experiência de Eurípedes Barsanulfo no treinamento de novos médiuns

“Eurípedes trouxe de experiências luminosas do passado importante processo iniciático, que atingia os alunos e os próprios adeptos da Doutrina, em condições de movimentar suas faculdades mediúnicas.

O médium passista, por exemplo, somente entrava em atividades transmissoras de elementos curativos, após um estágiode meses na assistência a enfermos, quando devia demonstrar inequívoca capacidade de devotamento e interesse pela dor do próximo, a cuja cabeceira velava, em noites de inquietadoras aflições.

Assim, Eurípedes buscava despertar a sensibilidade do neófito para as grandiosidades do Amor, sem o que tarefa alguma se enquadrará na faixa luminescente, em que se situam Mensageiros de Jesus, encarregados de distribuir as bênçãos das oportunidades, nos caminhos dos resgates e da renovação espiritual das criaturas.

Quando Eurípedes saía a ver seus amados enfermos, no labor santo da assistência diária, fazia-se acompanhar de alunos de ambos os sexos, que o auxiliavam na tarefa. “ (Corina Novelino, Eurípedes o homem e a missão, 5.ed., p. 96)