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Estudando o Evangelho » O Evangelho em defesa da Vida: Aborto Nunca!

O Evangelho em defesa da Vida: Aborto Nunca!

Disponível em: Português

       O Evangelho em defesa da Vida: Aborto Nunca!

 No capítulo 14, síntese nove, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, Santo Agostinho nos expõe razões suficientes para extirparmos a prática do aborto: a lei de ação e reação expressa-se por meio de provas e expiações nas famílias1; provas e expiações que são escolhidas pelos próprios espíritos2; escolha que é motivada pelo reconhecimento do erro, pela profundidade da boa vontade e pelo perdão, conseqüência da caridade3; a missão dos genitores de propiciar a elevação do espírito que reencarna com eles4; a prestação de contas que será exigida dos genitores5; o amargo arrependimento que assoma nos genitores ao percebem o erro cometido6; o remorso que se converte em pedido de nova encarnação reparadora7; a adequação das provas às forças do espírito8; a recompensa e a gratidão pelas provas e expiações bem suportadas9; as provas intensas indicam o fim do sofrimento10; o agradecimento a Deus pelas provas e a alegria decorrente da vitória sobre elas11; a coragem moral restabelecida pelo conhecimento da causa dos sofrimentos, os quais são todos transitórios12;  abreviar o sofrimento depende da própria pessoa e de seus esforços13; os laços de família são perpetuados, consolidados e depurados com a reencarnação14; os espíritos são solidários entre si15.

     Com todas essas razões, podemos estampar comovente apelo de Santo Agostinho para que as mães aceitem a maternidade: 

Não repudieis, portanto, a criança que no berço rejeita sua mãe, nem a que vos paga com ingratidão; (...) Mães! Abraçai, então, o filho que vos causa tristezas (...)” (grifos nossos)

       E acrescenta que esses espíritos, uma vez acolhidos e não repelidos, poderão auxiliar outros:

Acolhei-os, portanto, com fraternidade; vinde em ajuda deles e, cedo ou tarde, no mundo dos Espíritos, a família se felicitará por ter salvo náufragos que, por sua vez, poderão salvar outros.” (grifos nossos)

          Imbuídos dessas razões, apliquemo-nos a defender a vida contra o aborto!



1 “Quando o Espírito deixa a Terra, leva consigo paixões ou virtudes inerentes à sua natureza e prossegue, no plano espiritual, aperfeiçoando-se ou permanecendo estacionário até que deseje ver a luz. Alguns partem carregando consigo potentes ódios e desejos de vingança não saciados; todavia, a alguns dentre eles, mais avançados, é permitido entrever uma partícula da verdade; reconhecem os funestos efeitos das suas paixões, quando, então, tomam boas resoluções; compreendem que, para chegar a Deus, só há uma única senha: caridade. Ora, não há caridade sem esquecimento de ultrajes e injúrias; não há caridade sem perdão, nem com ódios no coração.

    Então, mediante um imenso esforço, tais Espíritos conseguem observar os que detestaram na Terra; mas, ao vê-los, desperta-se a animosidade e revoltam-se contra a ideia de perdoar, ainda mais contra a de abdicarem de si próprios, sobretudo contra a de amarem os que talvez lhes destruíram fortuna, honra e família. Entretanto, o coração desses infortunados fica abalado; hesitam, vacilam, agitados pelos sentimentos contrários; se a boa resolução predomina, oram a Deus, imploram aos bons Espíritos que lhes deem forças no momento mais decisivo da prova.

     Enfim, após alguns anos de meditações e preces, o Espírito se aproveita de um corpo em preparo na  família daquele a quem detestou e pede aos Espíritos, encarregados de transmitir as ordens supremas, permissão para ir cumprir na Terra os destinos desse corpo que acaba de se formar.” (capítulo 14, síntese 9 – todas as citações provém deste capítulo e deste item e, por isso, não serão novamente indicadas).

2 “(...) se a boa resolução predomina, oram a Deus, imploram aos bons Espíritos que lhes deem forças no momento mais decisivo da prova.

     Enfim, após alguns anos de meditações e preces, o Espírito se aproveita de um corpo em preparo na  família daquele a quem detestou e pedeaos Espíritos, encarregados de transmitir as ordens supremas, permissão para ir cumprir na Terra os destinos desse corpo que acaba de se formar.” 

3 “(...) reconhecem os funestos efeitos das suas paixões, quando, então, tomam boas resoluçõescompreendem que, para chegar a Deus, só há uma única senha: caridadeOra, não há caridade sem esquecimento de ultrajes e injúrias; não há caridade sem perdão, nem com ódios no coração.” 

4 “Oh, espíritas! Compreendei agora o sublime papel da humanidade. Compreendei que, quando produzis um corpo, a alma que nele encarna vem do plano espiritual para progredir. Compenetrai-vos dos vossos deveres e colocai todo vosso amor para aproximar de Deus essa alma: eis a missão que vos é confiada, cuja recompensa recebereis, se a cumprirdes fielmente.” 

5 “Considerai que Deus perguntará a cada pai e a cada mãe: ‘Que fizestes da criança confiada à vossa guarda?’ ”

6 “Se permaneceu atrasada por vossa culpa, resultará disso o tormento de vê-la entre os Espíritos sofredores, quando de vós dependia que ela fosse feliz. Então, vós mesmos, torturados por remorsos, suplicareis a reparação da vossa falta.” 

7 “Então, vós mesmos, torturados por remorsos, suplicareis a reparação da vossa falta. Solicitareis nova encarnação para vós e para ela, na qual a envolvereis com cuidados mais esclarecidos e essa alma, irradiante de reconhecimento, irá vos envolver com seu amor.”

8Deus não dá uma prova superior às forças daquele que a solicita; permite só aquelas cuja execução é possível. Se fracassamos, não é por falta de condições, mas de vontade.”

9 “Quando os pais fazem tudo o que devem pelo avanço moral dos seus filhos, mas não triunfam, não há censuras a se imporem e suas consciências podem permanecer tranquilas. Para a tristeza muito natural que sentem, em razão do insucesso dos seus esforços, Deus reserva uma grande, uma imensa consolação, na certeza de que é apenas um atraso e que lhes será dado terminar em outra encarnação a obra começada nesta e que, um dia, o filho ingrato os recompensará com seu amor.”

10As provas intensas, entendei bem o que digo, são quase sempre indício de um fim de sofrimento e de um aperfeiçoamento do Espírito quando são aceitas com o propósito de chegar a Deus.”

 

11 “É um momento supremo, durante o qual importa, sobretudo, não falir com murmurações, se não se deseja perder o fruto e ter que recomeçar. Em lugar de vos lastimar, agradecei a Deus, que vos oferece ocasião de vencer, para vos conferir o prêmio da vitória. Então, quando sairdes do turbilhão do mundo terrestre e entrardes no mundo dos Espíritos, sereis aclamados como o soldado que sai vitorioso da batalha.”

 

12 “Mas o que melhor poderá, nessas circunstâncias, restabelecer a coragem moral senão o conhecimento das causas do mal e a certezade que, se há longos suplícios da alma, não há desesperos eternos, pois Deus não pode querer que sua criatura sofra eternamente?”

13 “Que há de mais consolador, de mais encorajador, do que a ideia de que depende de si, dos seus próprios esforços, abreviar o sofrimentodestruindo em si as causas do mal?”

14 “Nesse golpe de vista projetado sobre o conjunto, os laços de família surgem sob o verdadeiro aspecto; não são os laços frágeis da matéria que lhes reúnem os membros, mas os laços duráveis do Espírito que se perpetuam e se consolidam, ao se depurarem, em vez de se romperem pela reencarnação.”

 

15 “Mas como não devem trabalhar somente para si próprios, Deus permite que Espíritos menos adiantados venham encarnar entre eles, para receberem conselhos e bons exemplos no interesse do seu progresso; esses Espíritos causam, por vezes, problemas, mas isso constitui prova e tarefa aos outros.”

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