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Mediunidade » Mediunidade é um dom de Deus?

Mediunidade é um dom de Deus?

Disponível em: Português
Mediunidade
 
“A  mediunidade  é um  dom  de Deus.  Seu  fim  é pôr-nos  em relação  direta  com  as  almas daqueles que  viveram.” Allan Kardec, O que é o Espiritismo, 37. ed., p.181-182
 
“Maravilhosa  ponte  que  liga  o mundo  físico  ao  espiritual,  a  Terra  ao  Espaço  – descerra  as  portas do Infinito, possibilitando  o amoroso reencontro das almas  desencarnadas  com  as  encarnadas.”  (Martins Peralva, O pensamento de Emmanuel,  5. ed., p.44)
 
“Mediunidade é a faculdade humana, natural, pela qual se estabelecem as relações entre homens e espíritos. Não é um poder oculto que se possa desenvolver através de práticas rituais ou pelo poder misterioso de um iniciado ou de um guru. A Mediunidade pertence ao campo da comunicação.” (Herculano Pires, Mediunidade, 5.ed., p.06.)
 
 
Médium
 
“Todo  aquele  que  sente,  num  grau qualquer, a influência dos Espíritos  é,  por  esse  fato,  médium.  Essa  faculdade é  inerente ao homem.” (Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, 59.ed., cap.  XXXII, p.487).
 
“Médium quer dizer medianeiro, intermediário.”  (Herculano Pires, Mediunidade, 5.ed., p.06.)
 
“O médium deve ser espontâneo, natural, uma criatura humana normal, que não tem motivos para se julgar superior aos outros.”  (Herculano Pires, Mediunidade, 5.ed., p.08.)
 
“Os médiuns são interpretes encarregados de transmitir aos homens os ensinos dos Espíritos. Ou melhor: são os órgãos materiais, por meio dos quais os espíritos se exprimem de modo a serem compreendidos pelos homens. Santa é a missão que desempenham, porquanto ela tem por fim rasgar horizontes da vida eterna. [...]
Intérpretes dos ensinos dos Espíritos, os médiuns têm que desempenhar importante papel na transformação moral que se está operando. Os serviços que podem prestar dependem da boa direção que derem àquela faculdade, pois os que se encontram em mau caminho são mais nocivos do que úteis ao Espiritismo. Por efeito das más impressões que causam, retardam mais de uma conversão. Eis porque severas contas lhe serão pedidas do uso que houverem feito da faculdade que lhe fora outorgada para o bem de seus semelhantes. “ (Emmanuel, O Consolador, 24.ed., pergs 382-387)
 
Mediunidade e Sintonia
 
“Desencarnados  e  encarnados,  em  todos  os  setores  de atividade  terrestre, vivem na mais  ampla  permuta  de  idéias.  Cada mente é um  verdadeiro  mundo de emissão e  recepção e  cada qual atrai os que se lhes assemelham. Os tristes agradam aos tristes, os ignorantes se reúnem, os criminosos  comungam na mesma esfera, os bons estabelecem laços recíprocos de trabalho e realização. Aqui  temos o fenômeno intuitivo, que, com maior ou menor intensidade, é comum a todas as criaturas, não só no plano construtivo, mas também no círculo de expressões menos elevadas. ”  (André Luiz, Missionários da Luz, 36. ed., p. 53).
 
“A mente, em qualquer plano, emite e recebe, dá e recolhe, renovando-se constantemente para o alto destino que lhe compete atingir. Estamos assimilando correntes mentais, de maneira permanente.  De modo imperceptível, ingerimos pensamentos, a cada instante, projetando, em torno de nossa individualidade, as forças que acalentamos em nós mesmos.” (Emmanuel, Roteiro, 6.ed., p.112-113).
 
Mediunidade e Estudo
 
“A primeira necessidade do médium é evangelizar-se a si mesmo antes de se  entregas às grandes tarefas doutrinárias, pois, de outro modo poderá esbarrar sempre  com o fantasma do personalismo, em detrimento de sua missão. “(Emmanuel, O consolador, 14.ed., perg. 387)
 
“O Estudo doutrinário estimula a criação de um estado íntimo, otimista, equaciona os problemas afligentes que cedem lugar à confiança na fatalidade do bem, que a todos se destina. 
Origina-se aí a auto confiança,  com o consequente  libertar das preocupações exageradas e da valorização de insignificâncias que se responsabilizam por muitas aflições.” (Manoel P. de Miranda,  Temas da vida e da morte, 4.ed., p.132).
 
“Ainda outra vantagem apresenta o estudo prévio da teoria - a de mostrar imediatamente a grandeza do objetivo e o alcance desta ciência. Aquele que começa por ver uma mesa a girar, ou a bater, se sente mais inclinado ao gracejo, porque dificilmente imaginará que de uma mesa possa sair uma doutrina regeneradora da humanidade. Temos notado sempre que os que crêem, antes de haver visto, apenas porque leram e compreenderam, longe de se conservarem superficiais, são, ao contrário, os que mais refletem. Dando maior atenção ao fundo do que à forma, vêem na parte filosófica o principal, considerando como acessório os fenômenos propriamente ditos.” (Allan Kardec, O livro dos médiuns, p.49).
 
Jesus
 
“ Jesus enviou estes doze, e lhes ordenou: Não irei pelo caminho dos gentios, nem entreis em cidade de samaritanos. Ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel. E, indo, pregai, dizendo: O reino dos céus está próximo. Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça dái. Não leveis ouro, nem prata, nem cobre, nos vossos cintos; nem alforje para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bordão; pois é o trabalhador do seu alimento. E em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai sabem quem nelas seja digno, e hospedai-vos aí até que vos retireis.” (Mateus, 10-5:11)
 
“O exercício da mediunidade com Jesus, isto é, na perfeita aplicação dos seus valores a benefício da criatura, em nome da Caridade, é que o ser atinge a plenitude das suas funções e faculdades, convertendo-se em celeiro de bênçãos, semeador da saúde espiritual e da paz nos diversos terrenos da vida humana, na Terra.” (Joanna de Ângelis, Estudos Espíritas,  2.ed., p. 141)
 
“Jesus, que na Terra exerceu a função de Médium de Deus, e com Seu pensamento mantinha constante identificação, jamais se escusava de atender à infelicidade e ao sofrimento de qualquer procedência [...] enfim, atendeu aos enfermos do corpo e da alma que somos quase todos nós, e que, tanto tempo após a sua estada em nosso meio, prossegue sem nos abandonar por um momento sequer.” (Manoel P. de Miranda, Temas da vida e da morte, 4 .ed., p.141).

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