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Estudando o Evangelho » A vontade de fazer o bem, em O Evangelho segundo o Espiritismo

A vontade de fazer o bem, em O Evangelho segundo o Espiritismo

Disponível em: Português

 

            A vontade[1] também é qualificável de própria, na expressão vontade própria, referindo-se à força interna que depende do próprio espírito ativar[2]. Depreende-se que vontade própria e livre-arbítrio estão interligados e fixam a direção evolutiva do espírito, na medida em que sua situação presente e futura é formatada por suas escolhas[3], dependentes da vontade própria, circunstância de que decorre o mérito da ação[4]

            Há graus da vontade, podendo atingir uma categoria superior[5]. Esses graus são visíveis na distinção entre vontade divina, contra a qual nada prevalece[6],e vontade humana[7], que, se fortalecida, proporciona a obediência, como consentimento da razão, e a resignação, como consentimento do coração[8].

Quando se distancia da vontade de Deus, ou seja, quando rebelde, a vontade é submetida a estratagemas pedagógicos[9], para lhe fazer retornar à evolução, tais como reencarnação, sofrimento, provas e expiações.

[1] Todas as citações referem-se a ALLAN KARDEC, O Evangelho segundo o Espiritismo. Taguatinga: Editora Auta de Souza, 2ª ed., abril de 2014, e grafadas assim: capítulo, item, página. Exemplo: 2, 3, 52, ou seja, capítulo 2, item 3, página 52. Os textos referentes à Introdução, serão grafados assim: Introdução, página.

[2]O orgulho é o nevoeiro que lhes obscurece a visão;para que serve mostrar a luz para um cego? É necessário, antes de tudo, sanar a causa do mal; é por essa razão que, hábil médico, Deus corrige primeiramente o orgulho. Jamais abandona seus filhos desgarrados; sabe que, cedo ou tarde, os olhos deles se abrirão; quer, porém, que isso ocorra por vontade própria, quando, vencidos pelos tormentos da incredulidade, por si mesmos se atirarão em seus braços a suplicar-Lhe perdão, quais filhos pródigos!” (7, 10, 111)

[3]“À medida que a alma devotada ao mau caminho progride na vida espiritual, esclarece-se e se despoja, gradualmente, das imperfeições, segundo a maior ou menor boa vontade que empregue em virtude do seu livre-arbítrio.” (8, 7, 121)

[4]“Nesse caso, não é o mal que afastam;é a nós mesmos que eles afastam do pensamento que pode causar o mal;em nada obstruem os decretos de Deus, nem suspendem o curso das leis da natureza;impedem-nos que as infrinjamos, dirigindo nosso livre-arbítrio. Agem, contudo, sem que saibamos, de modo imperceptível, para não aprisionar nossa vontade.” (27, 12, 304)

[5]“Jesus convocava a si a infância intelectual da criatura formada: os fracos, os escravos, os viciosos; nada poderia ensinar à infância física, circunscrita à matéria, submetida ao domínio do instinto e não pertencendo ainda à categoria superior da razão e da vontade, que são exercidas em torno dela e por ela.” (8, 18, 125)

[6]“Mas, pelo fato de a pessoa dever sua fortuna aos próprios esforços, terá por isso alguma vantagem quando morrer? Os cuidados que toma para transmiti-la aos seus descendentes não são frequentemente inúteis? Se Deus não quiser que eles a recebam, nada prevalecerá contra sua vontade.” (16, 10, 214)

[7]“Exclamareis, em todos os instantes da vossa vida: ‘Meu Pai! Seja feita a vossa vontade e não a minha! Se é da vossa vontade submeter-me à provação pela dor e pelas tribulações, sejais bendito’.” (8, 19, 126)

[8]“A doutrina de Jesus ensina, em todas as suas partes, a obediência e a resignação, duas virtudes companheiras da mansidão, muito ativas, embora confundidas erroneamente com a negação do sentimento e da vontade. A obediência é o consentimento da razão;a resignação é o consentimento do coração; ambas são forças ativas, pois carregam o fardo das provas que a revolta insensata deixa tombar pelo caminho.” (9, 8, 132)

[9]“Ai do Espírito preguiçoso, daquele que sufoca seu próprio entendimento! Infeliz! Porque nós, que somos os guias da humanidade em marcha, com látego o vergastaremos e forçaremos sua vontade rebelde pelo duplo esforço do freio e da espora.” (9, 8, 132)

 Em seus graus de intensidade, a vontade firme é capaz de atuar sobre o espírito para a inclusão de virtudes e exclusão de vícios, sendo força modificadora do próprio espírito[1]. Isto permite avaliar o poder da vontade, capaz de grande alcance transformativo[2], de tal modo que a pessoa conseguirá evoluir se realmente quiser[3].

Neste ponto, o poder da vontade coincide com a boa vontade, está direcionando aquela para o bem[4]. Para fazer o bem, basta a vontade[5].



[1]“O indivíduo deformado fisicamente não pode endireitar-se, porque o Espírito não pode atuar sobre isso, mas pode modificar o que é do Espírito, quando para essa finalidade tem vontade firme.” (9, 10, 134)

[2]“Espíritas, não vos prova a experiência até onde é capaz de ir o poder da vontade, pelas transformações verdadeiramente miraculosas que vedes se operarem?” (9, 10, 134)

[3]a) “Convencei-vos, pois, de que o indivíduo somente se conserva vicioso porque quer permanecer vicioso, mas aquele que quer corrigir-se sempre o pode. De outra forma, a lei do progresso não existiria para o ser humano.” (9, 10, 134)

b)“Portanto, sempre é possível ao Espírito culpado e desventurado salvar-se a si mesmo: a lei de Deus lhe informa sob qual condição poderá fazê-lo. O que mais frequentemente lhe falta é vontade, força e coragem.” (27, 21, 308)

[4]“Se procurásseis apenas a volúpia proporcionada por uma boa ação, permaneceríeis sempre no caminho do progresso espiritual. Os exemplos não vos faltam; rara é apenas a boa vontade.” (13, 12, 180)

[5]a) “Submetei todas as vossas ações ao controle da caridade e vossa consciência vos responderá; ela não somente evitará que pratiqueis o mal, como também vos fará executar o bem: porque não basta uma virtude negativa, é necessária uma virtude ativa; para fazer o bem, é sempre necessário a ação da vontade (...)” (15, 10, 204)

b)“Concedendo-lhe o livre-arbítrio, pretendeu que o ser humano conseguisse, pela própria experiência, distinguir o bem do mal e que a prática do bem resultasse dos seus esforços e da sua vontade.” (16, 8, 212)

c)“Desde que o culpado implore por misericórdia, Deus o escuta e lhe envia a esperança. Contudo, não basta o simples remorso pelo mal: é necessária a reparação. Por isso, o culpado é submetido a novas provas em que pode, sempre por sua vontade, praticar o bem, reparando o mal que haja feito.” (27, 21, 308)
 

Referência ------------------------------------------------------------------------------------------
 [1] Todas as citações referem-se a ALLAN KARDEC, O Evangelho segundo o Espiritismo. Taguatinga: Editora Auta de Souza, 2ª ed., abril de 2014, e grafadas assim: capítulo, item, página. Exemplo: 2, 3, 52, ou seja, capítulo 2, item 3, página 52. Os textos referentes à Introdução, serão grafados assim: Introdução, página.

[1]“O orgulho é o nevoeiro que lhes obscurece a visão;para que serve mostrar a luz para um cego? É necessário, antes de tudo, sanar a causa do mal; é por essa razão que, hábil médico, Deus corrige primeiramente o orgulho. Jamais abandona seus filhos desgarrados; sabe que, cedo ou tarde, os olhos deles se abrirão; quer, porém, que isso ocorra por vontade própria, quando, vencidos pelos tormentos da incredulidade, por si mesmos se atirarão em seus braços a suplicar-Lhe perdão, quais filhos pródigos!” (7, 10, 111)

[1]“À medida que a alma devotada ao mau caminho progride na vida espiritual, esclarece-se e se despoja, gradualmente, das imperfeições, segundo a maior ou menor boa vontade que empregue em virtude do seu livre-arbítrio.” (8, 7, 121)

[1]“Nesse caso, não é o mal que afastam;é a nós mesmos que eles afastam do pensamento que pode causar o mal;em nada obstruem os decretos de Deus, nem suspendem o curso das leis da natureza;impedem-nos que as infrinjamos, dirigindo nosso livre-arbítrio. Agem, contudo, sem que saibamos, de modo imperceptível, para não aprisionar nossa vontade.” (27, 12, 304)

[1]“Jesus convocava a si a infância intelectual da criatura formada: os fracos, os escravos, os viciosos; nada poderia ensinar à infância física, circunscrita à matéria, submetida ao domínio do instinto e não pertencendo ainda à categoria superior da razão e da vontade, que são exercidas em torno dela e por ela.” (8, 18, 125)

[1]“Mas, pelo fato de a pessoa dever sua fortuna aos próprios esforços, terá por isso alguma vantagem quando morrer? Os cuidados que toma para transmiti-la aos seus descendentes não são frequentemente inúteis? Se Deus não quiser que eles a recebam, nada prevalecerá contra sua vontade.” (16, 10, 214)

[1]“Exclamareis, em todos os instantes da vossa vida: ‘Meu Pai! Seja feita a vossa vontade e não a minha! Se é da vossa vontade submeter-me à provação pela dor e pelas tribulações, sejais bendito’.” (8, 19, 126)

[1]“A doutrina de Jesus ensina, em todas as suas partes, a obediência e a resignação, duas virtudes companheiras da mansidão, muito ativas, embora confundidas erroneamente com a negação do sentimento e da vontade. A obediência é o consentimento da razão;a resignação é o consentimento do coração; ambas são forças ativas, pois carregam o fardo das provas que a revolta insensata deixa tombar pelo caminho.” (9, 8, 132)

[1]“Ai do Espírito preguiçoso, daquele que sufoca seu próprio entendimento! Infeliz! Porque nós, que somos os guias da humanidade em marcha, com látego o vergastaremos e forçaremos sua vontade rebelde pelo duplo esforço do freio e da espora.” (9, 8, 132)

 

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