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SESC

02 Set 2017 19h06

Como estimular o jovem à leitura?


 Qual a importância da leitura para o jovem?
 
“Ler, sim, e ler sempre, mas saber o que lemos.  
 
Isso é o mesmo que reconhecer o impositivo da alimentação física, na qual, todas as criaturas de bom senso, atendam à seleção necessária. Ninguém  adquire gêneros  deteriorados  para  a  formação  dos  pratos  que  consome. Pessoa alguma compra pastéis de lodo para serviço à mesa. Estudar, sim, e sempre, mas saber o que estudamos.”  

Emmanuel. Livro da esperança. Psicografado por Francisco Cândido Xavier. Capítulo 74.
 
Quais os benefícios da leitura espírita?
 
“[...] é através da leitura evangélica que o espírito se irriga de esperança e se renova, abrindo clareiras e brechas  na psicosfera densa que elabora e de que se nutre, a fim de que penetrem outras energias benéficas que o predisporão para o bem, de intervalo a intervalo, até que logrem modificar a paisagem interior, animando-se a investimentos maiores.

É preciso entender que, em alguns casos, o amolentamento, a falta de discernimento e a não fixação do conteúdo da leitura procedem da falta do hábito salutar e da convivência com os bons livros.

A mente viciosa, indisciplinada, acostumada ao trivial, ao burlesco e ao insensato, se recusa atenção e interesse no esforço novo.

Manoel Philomeno de Mirada. Tramas do Destino. Psicografado por Divaldo Pereira Franco. Capítulo 11.
 
Como estimular o jovem a leitura?

“Conveniente, pois, insistência e perseverança. Leiam-se pequenos textos e façam-se acompanhar as leituras de subsequente reflexão da parte examinada; tente-se a memorização, a anotação como exercício gráfico, para que não se conceda à mente a ociosidade ou a desculpa de nada conseguir nesse capítulo. 

 Manoel Philomeno de Mirada. Tramas do Destino. Psicografado por Divaldo Pereira Franco. Capítulo 11.
 
 O alerta!

 “Será indispensável, mesmo urgente, porém, lecionar a essa juventude tão rica de generosos pendores, tão enamorada de ardentes ideais quanta desordenada e inconsequente em suas diretrizes, e a quem escasseiam exemplos edificantes, lições enaltecedoras capazes de impulsioná-la, para a padronização do Bem [...]”

Bezerra de Menezes. A tragédia de Santa Maria. Psicografado por Yvonne A. Pereira. Capítulo "Advertência". Editora FEB. Ed. 3.

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