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SESC

06 Set 2017 08h37

Vidas em Outros Mundos

Desde a antiguidade, olhando os céus estrelados, o homem se pergunta se está sozinho no Universo. Ao longo da história homens de gênio examinaram o problema à luz das mais diversas escolas filosóficas e religiosas. As concepções de paraíso, de inferno e a carência de meios de observação do universo, criaram alguns dogmas que, durante séculos, balizaram a noção que a humanidade tinha de si mesma como suprema criação de Deus. A Terra seria, então, o centro do universo.

O primeiro grande sábio a contestar esse conceito, apoiado pela Igreja, foi Nicolau Copérnico, seguido logo depois por Galileu Galilei. Galileu foi ameaçado pela autoridade religiosa e se calou depois de afirmar que a Terra girava em torno do Sol, e não o contrário. A Humanidade não estava ainda madura para a verdade.

Com o desenvolvimento da astronomia e o estabelecimento do livre pensamento, principalmente a partir da Revolução Francesa, pôde o homem investigar mais detidamente o Universo e descobriu coisas instigantes. A primeira surpresa diz respeito ao seu tamanho. É incomensuravelmente grande. Tão grande que faltam referências de escala para as grandezas astronômicas. Existe, além disso, uma série imensa e variada de corpos celestes das mais diversas expressões.

Estrelas gigantescas, estrelas duplas, pulsares, estrelas anãs, buracos negros, supernovas, foram observados diretamente ou catalogados indiretamente por métodos de medição de radiações ou processos matemáticos. O século XX trouxe uma novidade ainda mais interessante: planetas foram observados gravitando em torno de estrelas e formando sistemas tais quais o nosso. Além disso, simples cálculos estatísticos mostram que, a julgar pela extensão do universo, certamente existem planetas muito semelhantes à Terra e capazes de dar suporte às mesmas expressões de vida.

A Doutrina Espírita abre, nesse particular, um novo campo de observação e pesquisa. Os espíritos da codificação já afirmavam, no século XIX, que não há nenhum corpo inútil no universo e que a vida existe em todas as partes. Na Revista Espírita de 1858 existem comunicações de espíritos viventes no planeta Júpiter, afirmando que a vida lá é muito menos materializada e muito mais bela do que na Terra.


Fonte: Internet


Esta é afinal a grande dúvida: como podem existir habitantes em um planeta materialmente tão diferente? Essa dúvida já foi respondida ao longo do século XX. Não existem, em torno da Terra mesmo, vidas em outras faixas vibratórias? Com corpos, que não obstante fluídicos são ainda materiais e constituídos dos fluidos que revestem o planeta? Assim é no universo inteiro. O espírito é sempre o espírito, aparelhado, em cada planeta, com os implementos necessários à sobrevivência naquele orbe.

Outros planetas também existem na nossa faixa material de vibração, como o confirmam Emmanuel, no livro A Caminho da Luz, ao descrever os exilados que vieram das proximidades da estrela Capela. Assim também como Áureo que, no livro Universo e Vida fala que no futuro existirão inclusive excursões de férias a esses orbes distantes e agradáveis.

Quanto à vida, ela estará sempre lá, espalhada pelo Universo, estuante e bela, aguardando o momento em que a humanidade, purificada pelo trabalho, possa entrar em contato com suas diferentes expressões.